Por que Trabalhar em uma Empresa Júnior?

 

 

Para começarmos essa conversa, precisamos primeiro entender o que é uma Empresa Júnior (EJ), não é mesmo? Por definição, é uma associação sem fins lucrativos, mantida e organizada por alunos de graduação, sob a orientação de professores e profissionais parceiros, pois é com o auxílio deles que podemos colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos na Universidade. A Empresa Júnior é, portanto, um local de aprendizado, funcionando como uma ponte entre nós, estudantes, e o mercado de trabalho. Já imaginou que legal ter uma experiência dessas ainda na faculdade?

 

    E não para por aí: as Empresas Juniores também ajudam a movimentar a economia nacional. Apesar de estarmos passando por um cenário econômico difícil, no ano de 2016, o PIB total de 438 EJs espalhadas pelo Brasil foi de R$11.096.620,77, obtidos através de 4.865 projetos realizados, mais que o dobro dos projetos em 2015 (cerca de 2.000 projetos), indicando que a tendência é que cresçamos cada vez mais. E este é o objetivo do Movimento Empresa Júnior (MEJ): formar, através da vivência empresarial, empreendedores comprometidos e capazes de transformar o país. Fonte:  Censo & Identidade Relatório 2016 Brasil Júnior

 

Capacitação diferenciada

 

        E pra onde vai todo esse dinheiro se não possuímos fins lucrativos? Todo dinheiro arrecadado é utilizado na manutenção da sede da empresa e na capacitação dos membros, sendo investido em cursos que podem variar desde treinamento de softwares até cursos de oratória, a fim de tornar os integrantes da EJ aptos a desenvolverem projetos e demais atividades necessárias com excelência.  Aliás, por conta do dia-a-dia empresarial, os empresários juniores desenvolvem habilidades que são bem vistas no mercado de trabalho como a proatividade, liderança, profissionalismo e trabalho em equipe, além de se tornarem verdadeiros empreendedores: pessoas que saem da zona de conforto e sabem aproveitar da melhor maneira as oportunidades que encontram. 

 

        Ser empresário júnior não é ser empregado de uma corporação, é se sentir dono e corresponsável pelos sucessos e insucessos da mesma, é ter uma formação completa em todas as áreas que a envolvem e não apenas na que você faz parte, seja ela gestão de projetos, marketing-comercial, recursos humanos ou administrativo-financeiro.


        Foi essa formação completa que tem me feito, na startup de que faço parte hoje, ser por diversas vezes solicitado para dar opinião em áreas que não são exatamente aquela para a qual fui contratado, e isso muito se deve ao que aprendi não só tecnicamente na Prisma, mas principalmente ao que a faculdade não ensinava. E isso me tornou um estagiário diferenciado, pois ela (a Prisma) me fez não estar preocupado somente em cumprir tarefas e esperar que as mesmas fossem ditadas, mas sim me envolver e dar o meu melhor em tudo. – David Vasconcelos (Ex-Presidente Executivo da Prisma CSE).

Abrindo portas para novas oportunidades

 

        Essa formação empresarial faz tanta diferença no mercado de trabalho que ter participado de uma EJ está se tornando uma experiência cada vez mais bem vista pelas grandes empresas. A AMBEV e a Kraft Heinz, por exemplo, possuem processos seletivos de estágio exclusivos para empresários juniores e pós-juniores, além de existirem programas de trainees para pós-juniores.


        Outro benefício bastante importante e que pode fazer a diferença para conquistar uma posição no mercado é o networking, nossa rede de contatos. Ao fazer parte do MEJ, é fundamental relacionar-se com diferentes tipos de pessoas, principalmente de outras empresas juniores e das entidades que as representam. São estes contatos que nos proporcionam inúmeras oportunidades, pois o networking é essencial para a troca de experiências, informações e novas ideias e para fazer grandes amizades, é claro. 

 

        Hoje acredito que o Movimento Empresa Júnior seja o agente de mudança dentro das Universidades, ele consegue moldar profissionais diferenciados e capacitados, que não se limitam as oportunidades do mercado, mas sim as criam. Após 10 meses de EJ, consigo ver quanta diferença que o networking e eventos MEJ podem trazer na carreira de uma pessoa! – Marcelo Lins (Presidente Institucional da Prisma CSE).

 

 

        E aí? Pronto(a) pra fazer parte desse movimento também? Conheça outras Empresas Juniores no site da FEJEPE e fique ligado(a) nos nossos próximos processos seletivos!

 

 

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